18/8/2007

Aspa - Associação Pernambucana de Atacadistas e Distribuidores



A Associação Pernambucana de Atacadistas e Distribuidores (ASPA) foi fundada no dia 19 de outubro de 1983, sendo ela a primeira afiliada da Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores de Produtos Industrializados (ABAD). A primeira reunião que consolidou a criação da ASPA ocorreu no Cabanga Iate Clube, no Recife. A iniciativa de criar uma entidade associativista que representasse o segmento no Estado partiu do companheiro Fernando Costa. A idéia logo ganhou a simpatia e o apoio dos principais empresários do setor, tanto que foram ao todo 48 fundadores, conscientes que apenas uma entidade de classe representativa e fortalecida seria capaz de erguer bandeiras e se fazer ouvir localmente, a exemplo da criação da ABAD, que passara a representar nacionalmente o segmento Atacadista Distribuidor. O Estado de Pernambuco, em face da sua privilegiada situação geográfica, eqüidistante das principais capitais do Nordeste, e mais próximo ponto avançado de ligação com o continente Europeu e América do Norte, sempre teve a vocação de ser um dos mais importantes pólos Atacadistas do país, situação que sempre ostentou desde o inicio do século XVIII, tanto que ainda na década de 80 ocupava a posição de segundo maior pólo Atacadista do Brasil. O ramo atacadista/ distribuidor sempre foi uma das atividades mais importantes do Estado, chegando a representar até 25% da arrecadação de ICMS. Os empresários, na sua totalidade, concordaram que as dificuldades e necessidades do segmento eram diferenciadas por região. As distinções eram percebidas nos planos sócio-econômico e tributário, sendo este último um grave entrave para a manutenção do desenvolvimento do Atacado pernambucano. Surgiu então a ASPA, com a crença, a responsabilidade e o objetivo inarredável de ser, como tem sido até os dias de hoje, a principal e única entidade interlocutora do segmento perante a sociedade e todos os poderes constituídos, tornando pública a sua importância social e econômica, e principalmente a sua contribuição para o desenvolvimento, não apenas do Estado, mas também de toda a região, através da geração do grande numero de empregos diretos e indiretos, impostos recolhidos, apoio ao pequeno e médio varejo e a outras várias atividades de mercado, incluindo-se uma forte presença na responsabilidade social, buscando a diminuição das grandes diferenças sócio-econômicas existentes em nossa região.

Fonte: Redação Brasilnet



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